Poderia postar sobre um monte de coisas. Mas o post de hj vai ser bem curto. Enfim, lá vai.
Fly Away não é a música mais SEXY do mundo? MAAAANO. fica pau a pau c/ Go With The Flow.
e agora eu me despeço pq eu falando de músicas d rock + a morte da Dercy em menos de um mês = APOCALIPSE.
Beijos,
Paulo
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Da série "Paulo parafraseando aquelas músicas uó que só ele ouve"
But be careful what you wish for
cause you just-might-get-it
yeah you just-might-get-it
yeah you just-might-get-it
- Pussycat Dolls, When I Grow Up
HAUHAUAHUAH nunca na VIDA eu pensei que essa música, de todas as bizarras que eu ouço, geraria um post, embora eu já preveja que ele vai ser bem minúsculo para os meus padrões. Claro, fica mais fácil para elas quando a letra rouba esse puta clichezão, enfim.
Fui reler meus posts antigos, afinal, nada mais legal para alguém egocêntrico que reler sua obra, não é mesmo? xD e me deparei com um post de Fevereiro (ou Janeiro?) que continha os seguintes dizeres...
Enfim, essa questão se encaixa na outra da música da JoJo, que é a da carência. Que, aliás, é o sentimento que mais me domina no momento: carência. Não quero parecer desesperado, mas, argh. Quero me apaixonar, sei lá. Tô naquela fase que quero me envolver nem que seja pra ser pisoteado e depois poder ficar ouvindo música brega e tomar banho de chuva e deixar tudo isso passar e aí sim dar aquela simbologia piegas e batida mas muito funcional e divertida pra chuva.
FICA-A-DICA, myself! hauahuahuah! O que me lembra oooutra música, que aliás era nick do meu MSN esses dias aí, mas por motivos totalmente diferentes, enfim... it goes like I don't ask for nothing I ain't ready to get. Portanto, é. Independente do que acontecer, eu sou grandinho, estou pronto para isso e fui eu mesmo que, no fundo, pedi para que acontecesse. Então, mais uma vez, preciso parar de sentir auto-piedade, e dessa vez por coisas que NEM aconteceram! Jesus, eu sou uma pessoa mto uó mesmo! Bom, é isso. Acho que saiu um post mais positivo que o anterior, não? Espero que sim. Enfim... é isso.
Beijos,
Paulo
cause you just-might-get-it
yeah you just-might-get-it
yeah you just-might-get-it
- Pussycat Dolls, When I Grow Up
HAUHAUAHUAH nunca na VIDA eu pensei que essa música, de todas as bizarras que eu ouço, geraria um post, embora eu já preveja que ele vai ser bem minúsculo para os meus padrões. Claro, fica mais fácil para elas quando a letra rouba esse puta clichezão, enfim.
Fui reler meus posts antigos, afinal, nada mais legal para alguém egocêntrico que reler sua obra, não é mesmo? xD e me deparei com um post de Fevereiro (ou Janeiro?) que continha os seguintes dizeres...
Enfim, essa questão se encaixa na outra da música da JoJo, que é a da carência. Que, aliás, é o sentimento que mais me domina no momento: carência. Não quero parecer desesperado, mas, argh. Quero me apaixonar, sei lá. Tô naquela fase que quero me envolver nem que seja pra ser pisoteado e depois poder ficar ouvindo música brega e tomar banho de chuva e deixar tudo isso passar e aí sim dar aquela simbologia piegas e batida mas muito funcional e divertida pra chuva.
FICA-A-DICA, myself! hauahuahuah! O que me lembra oooutra música, que aliás era nick do meu MSN esses dias aí, mas por motivos totalmente diferentes, enfim... it goes like I don't ask for nothing I ain't ready to get. Portanto, é. Independente do que acontecer, eu sou grandinho, estou pronto para isso e fui eu mesmo que, no fundo, pedi para que acontecesse. Então, mais uma vez, preciso parar de sentir auto-piedade, e dessa vez por coisas que NEM aconteceram! Jesus, eu sou uma pessoa mto uó mesmo! Bom, é isso. Acho que saiu um post mais positivo que o anterior, não? Espero que sim. Enfim... é isso.
Beijos,
Paulo
Carta endereçada a você
Oi. Tudo bom?
Começar a escrever essa carta, embora muito cômodo do alto da minha covardia toda, é difícil. Não sei mesmo por onde começar... pensei em milhares de jeitos de terminar, mas o primeiro parágrafo é sempre difícil.
Acho que eu devia começar admitindo o que talvez você já saiba... o quanto eu gosto de você. Que quando eu te vi pela primeira vez, não pensava que a gente fosse ficar tão próximo... não pensava que a gente ia se aproximar, não pensava que você seria mais que alguém do primeiro ano que chegou em terreno novo e estava se enturmando com meus amigos. Ledo engano! Não sei explicar de onde e quando começou, será que foi nos muitos bandejões da vida? Ou será que foi nas várias vezes que todo mundo matou aula para fumar loucamente e falar muita besteira? Só sei que não imaginaria que algo que começou com "nossa, alguém que consegue abrir uma garrafa de vodka com uma chave é foda pra caralho, precisamos de gente assim na patota" iria para frente. E como foi! Até uma "adoção" acabou rolando no meio e no meio de várias discussões e alfinetadas, nasceu uma amizade!
E agora eu devo admitir mais uma coisa, que você provavelmente já sabe... o quanto eu sou neurótico, surtado e maluco! Que quanto mais eu penso, menos eu faço... que eu penso demais, às vezes em coisas tããão banais, e quando eu preciso usar a cabeça mesmo... rere. E, por isso, eu te peço desculpas, pois sem que eu percebesse, você virou o mais novo alvo dos meus surtos.
Sabe, eu, apesar de talvez não aparentar (espero eu), sou tão imaturo com meus próprios sentimentos! Eu acabo às vezes moldando certas coisas na minha mente imaginativa e invento tão bem que acabo enganando a mim mesmo. E, quando menos espero, eu me tranquei numa obsessão que muitas vezes passa longe de ser amor.
Será que dessa vez é diferente? Eu não sei...
Só sei que um belo dia eu levantei e percebi o quanto ficar ao seu lado me deixava mais leve... me peguei reparando na sua inteligência... na sua determinação, que nem sempre se mostra... na sua voz, linda voz, e talvez mais ainda, na sua desenvoltura para mostrar ela ao mundo! E depois reparei no seu sorriso... no seu rosto, nos seus olhos... e nos seus abraços, nos seus carinhos, nas suas brincadeiras...
Qualquer pessoa esperta ou com um mínimo de visão no meu lugar teria percebido o golpe se aproximando. Mas eu, como sempre, olhando para o chão em vez de olhar o mundo, só percebi ao sentir algo dentro de mim acender quando você me deitou no seu colo.
E o que antes era uma luzinha quente virou uma fogueira que começou a queimar minhas entranhas. De amor? Não sei... queimaram de dúvida. De insegurança. Mas nesso ponto, queimaram, principalmente, de saudade.
Mas aí, você vinha de novo e ela se abrandava um pouco, o suficiente para dourar minhas maçãs do rosto e querer que os momentos mais fúteis da vida durassem uma eternidade.
Mas bastava você se afastar para que a fogueira ardesse mais forte. De insegurança e de saudade duplamente, pois eu sentia falta do seu toque, do seu cheiro... e sentia ciúmes dos outros homens.
Os outros homens! Como eu queria ser uma metralhadora ou um tanque de guerra para explodir todos os outros homens! Porque, talvez você, ou melhor, ninguém saiba que por detrás dessa cara de bonzinho, exista o homem mais possessivo e vaidoso da Terra. Eu juro que eu me esforço para guardar, mas eu não consigo. Eu, como todo leonino, quero atenção. Mas nem sempre, quando se tratam de todos. O meu problema é você. Se eu pudesse me apagar para todos os outros para que você aparecesse, talvez eu me apagaria. Contanto que aos seus olhos a chama mais forte fosse a minha, entende?
E acho que foi assim que eu passei a te odiar. Te odeio, sim, porque não apenas existem outros homens, mas eu tive que ver um deles encostar em você! E fazer você se divertir e te deixar feliz do jeito que você me deixa! E, talvez, do jeito que eu nunca deixei você feliz...
Mas sabe o que mais queima dentro de mim? A raiva. De você? Às vezes sim, mas nada dói mais que o ódio que sinto de mim. Da minha covardia. Sinto ódio do jeito que eu me entrego, tão fácil, tão fácil, para você. Sinto ódio de não conseguir estar longe de você sem ficar surtando, e isso só piora ao constatar que você está muito longe de sentir qualquer coisa parecida. Sinto ódio da minha falta de controle comparada à sua certeza. Sinto ódio de mim por deixar que meu coração descompasse num ritmo de rave por você. Sinto ódio de mim por estar escrevendo essa carta piegas e tão pobre, tão pobre, que não consegue descrever nem 1 por cento do que eu sinto.
Mas talvez exista algo que eu odeie mais que a mim mesmo. A dúvida. Que nem sei se existe realmente, talvez seja tudo tão claro como água, mas eu não consigo ver! Me esforço para entender que você dificilmente sente o mesmo por mim... mas infelizmente, a esperança é a última que morre. E é por isso que eu escrevo essa carta a você... como eu já disse, a minha covardia é muito grande. Espero que, com isso, você finalmente pise de vez em cima de mim com força e nós possamos voltar a sermos o que éramos antes d'eu cair em outra armadilha da minha própria cabeça.
Ou não.
Não sei se isso é amor ou obsessão ou qualquer outra coisa, mas o que eu queria mesmo era você me abraçando de novo e afagando meu cabelo de novo e eu conseguir ter coragem de olhar no fundo dos seus olhos sem desviar o olhar e te dar um beijo daqueles bem piegas de filme blockbuster.
E eu tenho muito medo de que essa fantasia idiota minha, tão babaca, vire pó e jamais se realize...
Bom, é isso. Como já disse, essas linhas tão bregas e toscas não conseguiram nem de longe descrever como eu me sinto mesmo. Ou talvez elas sejam uma descrição perfeita de como eu me sinto, mas a minha vontade de não me entregar e não sentir falem mais alto. Ah, sei lá, pelo menos eu finalmente consegui escrever. Agora, vou terminando enquanto penso se entrego ela para você ou não. Acho que vou acabar entregando... e seja o que Deus quiser. Caso você a leia, não se sinta obrigado a nada, mesmo. Eu só queria que você lesse... e talvez entendesse.
(ou talvez retribuísse... mas quem sou eu para pedir milagres aos céus? =/)
Beijos,
Paulo
Começar a escrever essa carta, embora muito cômodo do alto da minha covardia toda, é difícil. Não sei mesmo por onde começar... pensei em milhares de jeitos de terminar, mas o primeiro parágrafo é sempre difícil.
Acho que eu devia começar admitindo o que talvez você já saiba... o quanto eu gosto de você. Que quando eu te vi pela primeira vez, não pensava que a gente fosse ficar tão próximo... não pensava que a gente ia se aproximar, não pensava que você seria mais que alguém do primeiro ano que chegou em terreno novo e estava se enturmando com meus amigos. Ledo engano! Não sei explicar de onde e quando começou, será que foi nos muitos bandejões da vida? Ou será que foi nas várias vezes que todo mundo matou aula para fumar loucamente e falar muita besteira? Só sei que não imaginaria que algo que começou com "nossa, alguém que consegue abrir uma garrafa de vodka com uma chave é foda pra caralho, precisamos de gente assim na patota" iria para frente. E como foi! Até uma "adoção" acabou rolando no meio e no meio de várias discussões e alfinetadas, nasceu uma amizade!
E agora eu devo admitir mais uma coisa, que você provavelmente já sabe... o quanto eu sou neurótico, surtado e maluco! Que quanto mais eu penso, menos eu faço... que eu penso demais, às vezes em coisas tããão banais, e quando eu preciso usar a cabeça mesmo... rere. E, por isso, eu te peço desculpas, pois sem que eu percebesse, você virou o mais novo alvo dos meus surtos.
Sabe, eu, apesar de talvez não aparentar (espero eu), sou tão imaturo com meus próprios sentimentos! Eu acabo às vezes moldando certas coisas na minha mente imaginativa e invento tão bem que acabo enganando a mim mesmo. E, quando menos espero, eu me tranquei numa obsessão que muitas vezes passa longe de ser amor.
Será que dessa vez é diferente? Eu não sei...
Só sei que um belo dia eu levantei e percebi o quanto ficar ao seu lado me deixava mais leve... me peguei reparando na sua inteligência... na sua determinação, que nem sempre se mostra... na sua voz, linda voz, e talvez mais ainda, na sua desenvoltura para mostrar ela ao mundo! E depois reparei no seu sorriso... no seu rosto, nos seus olhos... e nos seus abraços, nos seus carinhos, nas suas brincadeiras...
Qualquer pessoa esperta ou com um mínimo de visão no meu lugar teria percebido o golpe se aproximando. Mas eu, como sempre, olhando para o chão em vez de olhar o mundo, só percebi ao sentir algo dentro de mim acender quando você me deitou no seu colo.
E o que antes era uma luzinha quente virou uma fogueira que começou a queimar minhas entranhas. De amor? Não sei... queimaram de dúvida. De insegurança. Mas nesso ponto, queimaram, principalmente, de saudade.
Mas aí, você vinha de novo e ela se abrandava um pouco, o suficiente para dourar minhas maçãs do rosto e querer que os momentos mais fúteis da vida durassem uma eternidade.
Mas bastava você se afastar para que a fogueira ardesse mais forte. De insegurança e de saudade duplamente, pois eu sentia falta do seu toque, do seu cheiro... e sentia ciúmes dos outros homens.
Os outros homens! Como eu queria ser uma metralhadora ou um tanque de guerra para explodir todos os outros homens! Porque, talvez você, ou melhor, ninguém saiba que por detrás dessa cara de bonzinho, exista o homem mais possessivo e vaidoso da Terra. Eu juro que eu me esforço para guardar, mas eu não consigo. Eu, como todo leonino, quero atenção. Mas nem sempre, quando se tratam de todos. O meu problema é você. Se eu pudesse me apagar para todos os outros para que você aparecesse, talvez eu me apagaria. Contanto que aos seus olhos a chama mais forte fosse a minha, entende?
E acho que foi assim que eu passei a te odiar. Te odeio, sim, porque não apenas existem outros homens, mas eu tive que ver um deles encostar em você! E fazer você se divertir e te deixar feliz do jeito que você me deixa! E, talvez, do jeito que eu nunca deixei você feliz...
Mas sabe o que mais queima dentro de mim? A raiva. De você? Às vezes sim, mas nada dói mais que o ódio que sinto de mim. Da minha covardia. Sinto ódio do jeito que eu me entrego, tão fácil, tão fácil, para você. Sinto ódio de não conseguir estar longe de você sem ficar surtando, e isso só piora ao constatar que você está muito longe de sentir qualquer coisa parecida. Sinto ódio da minha falta de controle comparada à sua certeza. Sinto ódio de mim por deixar que meu coração descompasse num ritmo de rave por você. Sinto ódio de mim por estar escrevendo essa carta piegas e tão pobre, tão pobre, que não consegue descrever nem 1 por cento do que eu sinto.
Mas talvez exista algo que eu odeie mais que a mim mesmo. A dúvida. Que nem sei se existe realmente, talvez seja tudo tão claro como água, mas eu não consigo ver! Me esforço para entender que você dificilmente sente o mesmo por mim... mas infelizmente, a esperança é a última que morre. E é por isso que eu escrevo essa carta a você... como eu já disse, a minha covardia é muito grande. Espero que, com isso, você finalmente pise de vez em cima de mim com força e nós possamos voltar a sermos o que éramos antes d'eu cair em outra armadilha da minha própria cabeça.
Ou não.
Não sei se isso é amor ou obsessão ou qualquer outra coisa, mas o que eu queria mesmo era você me abraçando de novo e afagando meu cabelo de novo e eu conseguir ter coragem de olhar no fundo dos seus olhos sem desviar o olhar e te dar um beijo daqueles bem piegas de filme blockbuster.
E eu tenho muito medo de que essa fantasia idiota minha, tão babaca, vire pó e jamais se realize...
Bom, é isso. Como já disse, essas linhas tão bregas e toscas não conseguiram nem de longe descrever como eu me sinto mesmo. Ou talvez elas sejam uma descrição perfeita de como eu me sinto, mas a minha vontade de não me entregar e não sentir falem mais alto. Ah, sei lá, pelo menos eu finalmente consegui escrever. Agora, vou terminando enquanto penso se entrego ela para você ou não. Acho que vou acabar entregando... e seja o que Deus quiser. Caso você a leia, não se sinta obrigado a nada, mesmo. Eu só queria que você lesse... e talvez entendesse.
(ou talvez retribuísse... mas quem sou eu para pedir milagres aos céus? =/)
Beijos,
Paulo
quarta-feira, 9 de julho de 2008
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terça-feira, 8 de julho de 2008
Da série "Paulo e seus gostos bizarros"
De tempos em tempos eu encasqueto com certos artistas que não fazem nem de longe meu tipo e decido vasculhar a vida deles na internet. Como eu tava numa fase de não usar programas p2p por medo de baixar litros de vírus pro meu pc, eu geralmente ficava só imaginando como as músicas seriam.
Aí eu mandei tudo às favas e resolvi baixar o LimeWire rs. Ou seja, gerações e gerações de músicas bizarras podem aparecer comentadas aqui, caros amigos.
Vamos comentar a primeira dessas experiências... uma senhora que atende pelo nome Kasey Chambers. Nome chique, não? Foi isso que me chamou a atenção. E aí, quando eu fiquei sabendo que a moça era australiana (ou neo-zelandesa, esqueci) e fazia COUNTRY, eu fiz aquela famosa cara de "QQQ", né. Afinal, eu lá saberia que teria gente fazendo country na Oceania? Depois, pensando, até que faz um pouco de sentido, mas no início foi meio bizonho. Enfim.
Aí eu fui procurar coisas sobre a moça e esbarro com umas fotos de uma mulher caipirona, com seus 20 e muitos, agora 30 e poucos, cabelos negros, uma beleza rude. Estava esperando me deparar com, sei lá, uma trucker que brigava com dingos e laçava cangurus rs.
E, aí, hoje, eu finalmente resolvi baixar. E, caraca, não foi muito o que eu imaginava não... aliás, foi bem diferente! Os arranjos são bem country mas são tão suaaaves... quase um pop rock. Bem legal, tava esperando aquela coisa pesada e ensurdecedora do country-pop brasileiro ou das Dixie Chicks. E, mano, a voz! Juro que tava esperando uma contraltona rouca. E aí me vem essa voz meiguinha, doce, tão bonitinha, que fica entre Corinne Bailey Rae e Jewel (claro, Corinne é BEM mais legal... e a Kasey ñ tem o soul da Corinne, mas pelo menos ñ tem aqueles sussurros chatos ocasionais da Jewel).
Enfim, eu gostei mesmo! Fica a dica para quem quiser ouvir músicas sem preconceitos. Em breve vou ver se tenho saco de baixar a discografia completa dela.
Aproveitei a onda de baixar músicas e baixei Best Friend da Olivia e do 50 Cent. Sim, 50 Cent, não me enche o saco u.u E agora baixei também Hand In My Pocket, da Alanis, e to ouvindo agora mesmo. Que saudades dessa música!
Tá, esse post foi mais diarinho que o normal e bem menos engraçado e reflexivo que de costume. Acho que tô perdendo a mão pra escrita/digitação. Enfim, deixa eu voltar pro tronco que tenho 42 laudas pro sábado!
Beijos,
Paulo
Aí eu mandei tudo às favas e resolvi baixar o LimeWire rs. Ou seja, gerações e gerações de músicas bizarras podem aparecer comentadas aqui, caros amigos.
Vamos comentar a primeira dessas experiências... uma senhora que atende pelo nome Kasey Chambers. Nome chique, não? Foi isso que me chamou a atenção. E aí, quando eu fiquei sabendo que a moça era australiana (ou neo-zelandesa, esqueci) e fazia COUNTRY, eu fiz aquela famosa cara de "QQQ", né. Afinal, eu lá saberia que teria gente fazendo country na Oceania? Depois, pensando, até que faz um pouco de sentido, mas no início foi meio bizonho. Enfim.
Aí eu fui procurar coisas sobre a moça e esbarro com umas fotos de uma mulher caipirona, com seus 20 e muitos, agora 30 e poucos, cabelos negros, uma beleza rude. Estava esperando me deparar com, sei lá, uma trucker que brigava com dingos e laçava cangurus rs.
E, aí, hoje, eu finalmente resolvi baixar. E, caraca, não foi muito o que eu imaginava não... aliás, foi bem diferente! Os arranjos são bem country mas são tão suaaaves... quase um pop rock. Bem legal, tava esperando aquela coisa pesada e ensurdecedora do country-pop brasileiro ou das Dixie Chicks. E, mano, a voz! Juro que tava esperando uma contraltona rouca. E aí me vem essa voz meiguinha, doce, tão bonitinha, que fica entre Corinne Bailey Rae e Jewel (claro, Corinne é BEM mais legal... e a Kasey ñ tem o soul da Corinne, mas pelo menos ñ tem aqueles sussurros chatos ocasionais da Jewel).
Enfim, eu gostei mesmo! Fica a dica para quem quiser ouvir músicas sem preconceitos. Em breve vou ver se tenho saco de baixar a discografia completa dela.
Aproveitei a onda de baixar músicas e baixei Best Friend da Olivia e do 50 Cent. Sim, 50 Cent, não me enche o saco u.u E agora baixei também Hand In My Pocket, da Alanis, e to ouvindo agora mesmo. Que saudades dessa música!
Tá, esse post foi mais diarinho que o normal e bem menos engraçado e reflexivo que de costume. Acho que tô perdendo a mão pra escrita/digitação. Enfim, deixa eu voltar pro tronco que tenho 42 laudas pro sábado!
Beijos,
Paulo
segunda-feira, 7 de julho de 2008
AI, CACETE DE AGULHA!
A porra do Blogger apagou meu post DE NOVO!
(e, mano, o que raios seria "cacete de agulha"?)
Enfim. Tinha feito um post bem EMINHO! Então talvez tenha sido melhor assim! hauhauahuah xD
Pois bem, vou tentar voltar ao que eu queria dizer sendo menos chumbrega e mais... straight-to-the-point? Ah, sei lá, mais eu.
Sabe aquelas metáforas bregas que sempre dão certo? Pois é. Falemos de uma delas... tá ligado aquele lance das borboletas e do jardim? Ééé, aquele mesmo. Então. Pô, a gente só acha elas batendo as asinhas por lá quando a gente menos espera... Ok. Mas, por que ninguém nunca ensina o próximo passo?
RAIOS, CUMÉQUICAÇA BRABULÊTA, BRAZÍU?
[/momento -oiq]
Será que minha rede é boa? Será que eu não vou espantar a borboleta?
(se bem que, nesse caso, tá mais pra "canário" ou "maritaca" que borboleta rs. [/momento fikadika])
Ai ai, viu. Talvez seja só mais uma coisa passageira. Mais um lance platônico de muitos. Só sei que não consigo parar de lembrar de quando meus braços abraçaram o meu objeto de desejo. E quando deitei a cabeça em seu colo.
Ai ai, viu. [2] *suspiro* =/
Pra fechar o post que começou ok e desandou e virou eminho, uma reclamação:
Poxa, gente, eu JURO que eu não me afobei, que tava contente com minha solteirice, etc etc etc, e, baaah, de repente sou fisgado de novo! Bucetare! Caralhore! Vaitomanocure! Ai ai, viu. [3] >.<
Acho que sou homi pra casá merrrmo. Só falta achar quem case hauhauhauahuahuahuah xD
Ai ai, viu. [4]
Agora deixa eu voltar pro tronco... pretendo voltar a postar com frequência então aguardem um postzinho melhorzinho amanhã! (ou depois... ou semana que vem... vocês conhecem esta peça que vos fala xP)
Beijos,
Paulo
EDIT: e o grande oráculo disse... Avoid a hasty decision. AI, CACETE DE AGULHA! [2]
(e, mano, o que raios seria "cacete de agulha"?)
Enfim. Tinha feito um post bem EMINHO! Então talvez tenha sido melhor assim! hauhauahuah xD
Pois bem, vou tentar voltar ao que eu queria dizer sendo menos chumbrega e mais... straight-to-the-point? Ah, sei lá, mais eu.
Sabe aquelas metáforas bregas que sempre dão certo? Pois é. Falemos de uma delas... tá ligado aquele lance das borboletas e do jardim? Ééé, aquele mesmo. Então. Pô, a gente só acha elas batendo as asinhas por lá quando a gente menos espera... Ok. Mas, por que ninguém nunca ensina o próximo passo?
RAIOS, CUMÉQUICAÇA BRABULÊTA, BRAZÍU?
[/momento -oiq]
Será que minha rede é boa? Será que eu não vou espantar a borboleta?
(se bem que, nesse caso, tá mais pra "canário" ou "maritaca" que borboleta rs. [/momento fikadika])
Ai ai, viu. Talvez seja só mais uma coisa passageira. Mais um lance platônico de muitos. Só sei que não consigo parar de lembrar de quando meus braços abraçaram o meu objeto de desejo. E quando deitei a cabeça em seu colo.
Ai ai, viu. [2] *suspiro* =/
Pra fechar o post que começou ok e desandou e virou eminho, uma reclamação:
Poxa, gente, eu JURO que eu não me afobei, que tava contente com minha solteirice, etc etc etc, e, baaah, de repente sou fisgado de novo! Bucetare! Caralhore! Vaitomanocure! Ai ai, viu. [3] >.<
Acho que sou homi pra casá merrrmo. Só falta achar quem case hauhauhauahuahuahuah xD
Ai ai, viu. [4]
Agora deixa eu voltar pro tronco... pretendo voltar a postar com frequência então aguardem um postzinho melhorzinho amanhã! (ou depois... ou semana que vem... vocês conhecem esta peça que vos fala xP)
Beijos,
Paulo
EDIT: e o grande oráculo disse... Avoid a hasty decision. AI, CACETE DE AGULHA! [2]
sábado, 23 de fevereiro de 2008
O consumismo é o câncer da humanidade
... mas assim como o cigarro, que também dá câncer, é uma delícia! hauhauhauahuahauh :ninja:
Eu nunca tinha entendido a graça de fazer compras antes. até hoje. acho que foi uma conjunção astral ou coisa do tipo, minha mãe não costuma ser gastona e eu não costumo pedir pra ela gastar tanto dinheiro de uma vez só, mas a gente foi no shopping e eu me senti filho da classe média-alta depois de gastar horrores em 2 bermudas, uma camiseta e 2 boxers na Hering. E o pior é que aquilo me animou de uma maneira muito bizarra. Sabe, do tipo, ponto alto do dia? hhauhauahuah que horrível, eu tenho um lado mauricinho afinal.
Aliás, hoje foi um dia beeeem xoxo mas eu me diverti mesmo assim rs. Sabe aqueles dias que deveriam ser reflexivos pois você não faz nada de útil? Pois bem. Só que eu não ocupei minha cabeça com nada rs. E agora cá estou, fazendo um post aquém do meu comum em termos de qualidade e caindo de sono, e ainda não é nem 10 da noite. Weeeeeird, man!
Bom, eu to no modo tão hibernante, tão sem vontade. Não só de cansaço por ter causado com meus amigos bebuns e não poder beber por causa da gastrite na sexta, mas também por ter os defeitos das pessoas próximas a mim esfregados na minha cara com força suficiente pra esfolar minha pele. Peeling espiritual? :qqq: rs
Bom, o que importa é que eu tô eminho. Então a frase eminho do dia pra vocês é "live together, die alone". É isso. É verdade, sabia? Só existe alguém ou algo que estará com vocês no momento, e é Deus, por isso dêem graças a Ele e rezem bastante, crianças pecadores. Bom, se você for ateu, se fodeu, vai sozinho rs.
Sabe, eu acho que Deus deve rir da cara dos ateus. Sério mesmo, eu acredito no senso de humor do Senhor. Tipo, você não crê nele, morre, aí no hall do plano espiritual ele vai lá e fala tipo "então eu não existia, né? hahahahaha otário *faz o sinal do Loser com o dedo*"
e, sabe, nada mais irritante que pessoas cristãs que acham que Deus é tão chato, sem senso de humor e sem graça como elas. na verdade, fones de ouvido quebrados costumam ser mais irritantes que elas, mas elas também são um pé no saco.
e, aaah, eu to falando muito de Deus diretamente assim, vocês devem tá pensando que eu sou mega-crente, pois geralmente os mega-crentes fazem isso. Não me considero mega-crente, mas sou cristão sim. Enfim. O blog é meu, caralho, por que raios eu to me explicando pra vocês? rs
bom, falando dele mais uma vez, e tentando voltar ao assunto do modo de reflexão, tenho dado graças a Ele à minha existência efêmera. Vi um acidente de carro foda na Raposo na sexta enquanto voltava a pé pra casa às 3 da manhã e sozinho. Siiiiim, eu me borrei de medo pra caraaaaalho, meu coração foi até a boca. Tipo, eu tava indo atravessar a faixa de pedestres do fim/começo da Raposo (ali onde começa a Sapetuba e a Eliseu, acaba a Alvarenga, etc), o farol tava vermelho pros carros mas eu tava sentindo que ia abrir então eu esperei. Ainda beeeem que eu fiz isso... só deu tempo de ouvir duas mega-master-blaster freadas e aí eu olho, só vejo um Palio e um Ka batendo e soltando faísca... eu não vi quem bateu em quem, mas acho que foi o Ka... enfim, o Ka vira e bate na calçada do outro lado. Ok. Agora, o Palio "só" capota e vai parar na Alvarenga e quase acerta um taxi. Cagueeeeei de medo. E fiquei sem reação, meu, mas ainda bem que o taxista desceu do carro, foi acudir as vítimas, chamar ambulância, etc. Aí eu voltei pra casa com o cu na mão, mano rs. Enfim, acho que a batida foi o começo do meu modo reflexivo do sábado.
Tá, por que eu contei isso pra vocês? Ficou meio sem conclusão, né? Acho que eu precisava é contar isso pra alguém e foda-se rs. Enfim, aqui está.
Agora me desejem sorte que eu vou tentar ficar acordado até o Big Brother passar e meus pais voltarem da festa da minha prima com docinhos (eu sei que você não vai ler isso, mas parabéééns Renata \o/)
Beijos a todos ;***
Eu nunca tinha entendido a graça de fazer compras antes. até hoje. acho que foi uma conjunção astral ou coisa do tipo, minha mãe não costuma ser gastona e eu não costumo pedir pra ela gastar tanto dinheiro de uma vez só, mas a gente foi no shopping e eu me senti filho da classe média-alta depois de gastar horrores em 2 bermudas, uma camiseta e 2 boxers na Hering. E o pior é que aquilo me animou de uma maneira muito bizarra. Sabe, do tipo, ponto alto do dia? hhauhauahuah que horrível, eu tenho um lado mauricinho afinal.
Aliás, hoje foi um dia beeeem xoxo mas eu me diverti mesmo assim rs. Sabe aqueles dias que deveriam ser reflexivos pois você não faz nada de útil? Pois bem. Só que eu não ocupei minha cabeça com nada rs. E agora cá estou, fazendo um post aquém do meu comum em termos de qualidade e caindo de sono, e ainda não é nem 10 da noite. Weeeeeird, man!
Bom, eu to no modo tão hibernante, tão sem vontade. Não só de cansaço por ter causado com meus amigos bebuns e não poder beber por causa da gastrite na sexta, mas também por ter os defeitos das pessoas próximas a mim esfregados na minha cara com força suficiente pra esfolar minha pele. Peeling espiritual? :qqq: rs
Bom, o que importa é que eu tô eminho. Então a frase eminho do dia pra vocês é "live together, die alone". É isso. É verdade, sabia? Só existe alguém ou algo que estará com vocês no momento, e é Deus, por isso dêem graças a Ele e rezem bastante, crianças pecadores. Bom, se você for ateu, se fodeu, vai sozinho rs.
Sabe, eu acho que Deus deve rir da cara dos ateus. Sério mesmo, eu acredito no senso de humor do Senhor. Tipo, você não crê nele, morre, aí no hall do plano espiritual ele vai lá e fala tipo "então eu não existia, né? hahahahaha otário *faz o sinal do Loser com o dedo*"
e, sabe, nada mais irritante que pessoas cristãs que acham que Deus é tão chato, sem senso de humor e sem graça como elas. na verdade, fones de ouvido quebrados costumam ser mais irritantes que elas, mas elas também são um pé no saco.
e, aaah, eu to falando muito de Deus diretamente assim, vocês devem tá pensando que eu sou mega-crente, pois geralmente os mega-crentes fazem isso. Não me considero mega-crente, mas sou cristão sim. Enfim. O blog é meu, caralho, por que raios eu to me explicando pra vocês? rs
bom, falando dele mais uma vez, e tentando voltar ao assunto do modo de reflexão, tenho dado graças a Ele à minha existência efêmera. Vi um acidente de carro foda na Raposo na sexta enquanto voltava a pé pra casa às 3 da manhã e sozinho. Siiiiim, eu me borrei de medo pra caraaaaalho, meu coração foi até a boca. Tipo, eu tava indo atravessar a faixa de pedestres do fim/começo da Raposo (ali onde começa a Sapetuba e a Eliseu, acaba a Alvarenga, etc), o farol tava vermelho pros carros mas eu tava sentindo que ia abrir então eu esperei. Ainda beeeem que eu fiz isso... só deu tempo de ouvir duas mega-master-blaster freadas e aí eu olho, só vejo um Palio e um Ka batendo e soltando faísca... eu não vi quem bateu em quem, mas acho que foi o Ka... enfim, o Ka vira e bate na calçada do outro lado. Ok. Agora, o Palio "só" capota e vai parar na Alvarenga e quase acerta um taxi. Cagueeeeei de medo. E fiquei sem reação, meu, mas ainda bem que o taxista desceu do carro, foi acudir as vítimas, chamar ambulância, etc. Aí eu voltei pra casa com o cu na mão, mano rs. Enfim, acho que a batida foi o começo do meu modo reflexivo do sábado.
Tá, por que eu contei isso pra vocês? Ficou meio sem conclusão, né? Acho que eu precisava é contar isso pra alguém e foda-se rs. Enfim, aqui está.
Agora me desejem sorte que eu vou tentar ficar acordado até o Big Brother passar e meus pais voltarem da festa da minha prima com docinhos (eu sei que você não vai ler isso, mas parabéééns Renata \o/)
Beijos a todos ;***
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